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Da minha janela...

terça-feira, dezembro 24, 2013

Feliz Natal


segunda-feira, dezembro 23, 2013

Solteiros vs. Casados



Ontem fui convidado para falar no intervalo entre dois jogos de solteiros contra casados. Primeiro “elas”, depois “eles”.

Confesso que fiquei a pensar em qual seria o sentido de um “frente-a-frente” deste tipo… Porque razão existem jogos de solteiros contra casados? Afinal de contas, qual é o propósito de tal encontro? Quererão os casados provar que apesar da sua condição familiar, a sua condição atlética continua inalterável e ainda conseguem ser os jogadores ilustres que eram antes do estado civil se ter alterado? Ou serão os solteiros que, para não darem parte de “fracos” por não terem ainda encontrado a sua cara metade querem provar que o seu estado civil tem a vantagem de os/as manter em perfeita condição atlética e aptos para brilharem no campo de futebol?

Seja qual for a resposta, parece-me que as “categorias” eram apenas o pretexto para o jogo, para o espírito de competição que existe inato no ser humano, e que é sem dúvida uma oportunidade de darmos o melhor que temos e tentarmos exceder as nossas habilidades e talentos. A equipa que compete connosco obriga-nos a tirar o máximo de nós próprios e darmos o nosso melhor. Se não houvesse competição, não nos esforçaríamos por correr mais, por jogar melhor, por fazer coisas tão extraordinárias como um simples golo de cabeça na baliza do adversário.
No final do jogo, a equipa vencedora deveria agradecer à equipa vencida o facto de estes terem forçado os outros a darem o seu melhor, a esforçarem-se para irem além das suas forças e criarem momentos especiais num jogo tão trivial.

Infelizmente, não é este tipo de competição saudável que nos rodeia todos os dias.
Na verdade, diariamente somos bombardeados por uma competição cega, em que todos somos colocados numa disputa entre ricos e pobres, fracos e fortes, superiores e inferiores, capazes e incapazes.. Uma competição em que sempre alguém fica a perder e ninguém quer ficar em segundo lugar. Uma competição desumana que não olha a meios para atingir os seus fins.

Hoje lembrei-me de um outro jogo – o Jogo da Vida! Um jogo muito mais complexo, com inicio no momento em que nascemos, e final em qualquer momento. É o único jogo em que nunca saberemos quando o apito final se fará ouvir. É a disputa entre uma vida com significado e uma vida sem significado. Uma vida com Deus ou uma vida sem Deus.

Neste jogo, TODOS entramos a perder!

A Bíblia fala de que “todos pecaram e estão privados da glória de Deus” (Romanos 3:23) A nossa natureza egoísta afasta-nos de Deus. Ficamos privados desta relação especial com o Criador por causa da nossa obsessão por alcançarmos a nossa felicidade individual, custe o que custar seja a quem for. A ausência de amor pelo próximo afasta-nos de um Deus que Ele todo é Amor.

Mas, é exactamente por causa do amor de Deus, que neste jogo, em que todos entramos a perder, igualmente TODOS podemos ganhar!

A Bíblia diz que “a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus” (João 1:12). Esta vitória não distingue velhos de novos, ricos de pobres, ou fracos de fortes. TODOS podem ganhar!

A salvação prometida por Deus não tem a ver com quem ganha ou perde um jogo ou uma disputa, ou mesmo uma discussão, mas sim com quem aceita uma verdade que está na Bíblia. Uma verdade acessível a TODOS!

“Deus amou de tal modo o mundo que entregou o Seu Filho único, para que todo o que nele crêr não se perca, mas tenha a vida eterna” (João 3:16)

O Filho de Deus é Jesus – aquele de quem comemoramos o nascimento nesta altura do ano, caso se tenha esquecido! J O Jesus acerca de quem o anjo anunciou assim aos pastores:

“Não tenham medo! Venho aqui trazer-vos uma boa nova que será motivo de grande alegria para todo o povo. Pois nasceu hoje, na cidade de David, o vosso Salvador que é Cristo, O Senhor!” (Lucas 2:10-11)

Neste Natal, pense nisto! Neste jogo da vida, todos entramos a perder, mas todos podemos acabar a ganhar! Ninguém sabe quando o apito vai soar! Pode ser apenas daqui a uns anos, ou talvez daqui a umas horas. Esteja preparado! Neste Natal, faça parte da equipa vencedora!

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Feliz Natal!